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Arquivo de 08 Fev 2012

Mais de 750 mil cidadãos não têm emprego

Publicado por admin Em 08 Fev 2012

mulher no desemprego

Portugal terminou 2011 com uma taxa de desemprego oficial de 13,6%, um valor que representa um novo recorde desde que há registos e a quarta maior da Zona Euro, apenas ultrapassada por Espanha, Irlanda e Grécia,E estes dados foram revelados a 31 de Janeiro 2012 pelo Eurostat.

A taxa de desemprego traduz-se em quase 754 mil pessoas sem trabalho, segundo os dados de Setembro da população activa do Instituto Nacional de Estatística, mas se forem incluídas todas as pessoas  que estão efectivamente desempregadas o valor pode disparar para um milhão.
E o futuro pode não melhorar, pois o INE prevê que o investimento empresarial caia de 17% em 2012 devido à deterioração das perspectivas de venda e à incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos.
Fonte:Jornal Destak – 01-02-2012
Jornalista: Patrícia Susano Ferreira

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176 mil menores perderam abono

Publicado por admin Em 08 Fev 2012
A alteração às regras de atribuição do abono em 2010 fez com que 176 mil crianças perdessem esse benefício no ano passado.
Segundo a renascença, o Rendimento Social de Inserção também registou quebras entre 2010 e 2011:  O estado gastou menos 105 milhões.

fonte: Jornal destak

Jornalista: Pateícia Susano Ferreira

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Menor poupança e excesso de dívidas podem “prender” os portugueses a relações que já não suportam.
Pedir o divórcio não é uma decisão facil, mas no actual contexto de crise pode tornar-se ainda mais complicado.
As múltiplas dívidas e empréstimos que os casais contraiem para pagar o carro, a casa, os móveis e até as férias são o principal entrave. Segunda a investigadora Cristina Dias, da Escola de Direito da Universidade do Minho, a crise obriga os portugueses a pensar duas vezes antes de optarem pelo divorcio, face às previsíveis dificuldades em suportar individualmente os encargos assumidos anteriormente pelo casal.
A especialista admite ser mais facil viver a dois em tempos de crise e lembra que a poupança caiu de 24% em 1985, para 10% na actualidade e que o endividamento registou a tendencia inversa.
“Apesar de a crise económica não ser o factor impeditivo ao divórcio, esta é uma realidade que dificulta a decisão”, assume Cristina Dias.
Já no caso das dívidas de quem vive em união de facto, estas são tratadas como se as pessoas “fossem dois estranhos”.  Ou seja, cada um fica com a sua.

Menor poupança e excesso de dívidas podem “prender” os portugueses a relações que já não suportam.
Pedir o divórcio não é uma decisão facil, mas no actual contexto de crise pode tornar-se ainda mais complicado.As múltiplas dívidas e empréstimos que os casais contraiem para pagar o carro, a casa, os móveis e até as férias são o principal entrave. Segunda a investigadora Cristina Dias, da Escola de Direito da Universidade do Minho, a crise obriga os portugueses a pensar duas vezes antes de optarem pelo divorcio, face às previsíveis dificuldades em suportar individualmente os encargos assumidos anteriormente pelo casal.

A especialista admite ser mais facil viver a dois em tempos de crise e lembra que a poupança caiu de 24% em 1985, para 10% na actualidade e que o endividamento registou a tendencia inversa.”Apesar de a crise económica não ser o factor impeditivo ao divórcio, esta é uma realidade que dificulta a decisão”, assume Cristina Dias.Já no caso das dívidas de quem vive em união de facto, estas são tratadas como se as pessoas “fossem dois estranhos”.Ou seja, cada um fica com a sua.

fonte: Jornal Destak

Jornalista: Patrícia Susano Ferreira

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